Balada, Ah Balada.
Para iniciar esse meigo, querido e alcoólico blog, descreverei a receita básica de uma balada.
Nada como chegar sexta-feira e você escrever um documento ou fazer um cálculo pensando na quantidade de vodka que será necessária pra você e mais alguns amigos perderem o equilíbrio.
É por isso que cá estou escrevendo neste fim de tarde como foi meu fim de noite.
Amanheceu! Sexta-Feira, o melhor dia da semana. É aquele dia que se sua mãe ligar para você às 23:00 hs dizendo que seu irmão está com Gripe Suína, você calmamente toma mais um gole de Vodka e diz: “Mãe! Agora não posso!”
Por mais que você passe toda a semana pensando – “Não! Pode me ligar para ir à Ibiza este final de Semana que eu não vou. Preciso dar uma sossegada.” – é só dar seis horas e um amigo seu falar, “E aí! Qual vai ser a de hoje?”, que você em questão de um “Pentelhésimo” de segundos muda seu pensamento.
Pode ser na Sexta, Quinta, Quarta, ou qualquer outro dia da semana. É só passar das sete horas que meu celular toca com a mesma frequência de um ramal da Brasil Telecom, tocando de dois em dois minutos, sempre com as mesmas perguntas: “E aí! Qual é a de hoje?”, “E aí! Vamos tomar umas?”, “E aí! Onde vai ser o porrete?”. Não me deixam alternativas, a não ser, me arrumar e tomar um rumo.
Sexta-Feira
Trim, toca, mais uma vez meu celular. Atendo e é evidente, não é um convite pra ir à missa. O que mais me encanta, é a objetividade das pessoas com quem saio, que decidem rapidamente em 3 horas, após
passar em 8 baladas diferentes onde vamos ficar, que quase sempre é a pior escolha.
Entro, pago ou não o ingresso, passo pela revista e recebo aquele toque carinhoso na região do oriente médio pelo segurança, que dependendo da intensidade, chega a me dar vertigem.
Dois passos para dentro da balada e avisto tudo que eu preciso: o Bar, o Banheiro e a Pista.

Toda balada segue uma ordem muito básica:
1º – Ir ao Caixa;
2º – Comprar 18 fichas de Vodka, 16 de Refri, 10 Cervejas, Chicletes e 1 Água para o final, afinal, todos acham que vão melhorar;
3º – Ir a pista e analisar, as rodinhas, as gatinhas, as gordinhas e as magrinhas;
4º – Esperar o teor alcoólico atingir o nível “te considero pra caralho”;
5º – Botar a faca na boca, inspirar-se no Bradock, e ir para a batalha.
Após algumas horas, muitas voltas, muitos goles e muitos foras, o que resta é ir embora. Hora de pagar a conta, cantar a atendente, brincar com o segurança e ficar apavorado no estacionamento achando que roubaram seu carro, que na verdade está na direção contrária ao rumo que você tomou.
Seis voltas, vinte e seis ligações, e algumas cambaleadas depois, você acha seu carro, porém, não sabe onde está o ticket do estacionamento.
Das três uma: você mostra o documento e vai embora, ou inspira-se no McGyver e passa direto pela entrada, ou espera todos sairem, para aí sim, às 8:00 horas da manhã, você ir embora.
Finalmente, chegando em casa salvo e nada são, você estaciona o carro num ângulo de 78 graus com a parede da garagem, esquece o vidro aberto e vai deitar na sua cama que parece ser de motel, girando constantemente.
E o sábado?
Volte ao início, releia todo o texto substituindo as palavras “Sexta” por “Sábado”.
Não sou a Ana Maria Braga, mas essa receita eu sei bem!

Tá bom. Por qual motivo você sucumbiu aquela parte em que você cai no gramado, o cachorro lambe a sua boca e a vizinha fica horrorizada, de pijama, olhando a cena?
huahuahauah
Isso vai ser hilário!
Boa sorte pra nós
Genteeee, acho q eu sou a vizinha horrorizada!
relatos de um macho? uhauhauhauhuah
Prometo acompanhar religiosamente esses post! Estão redendo muitas risadas..
beijos e boa sorte aí meninos!
hhUAHAUAHUAhUA
juroo que enquanto eu lia, lembrava da tua caraaaaaa falando essas coisass
vou ler sempre… minha dose diaria de bom humor
Bjosss