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Archive for the ‘Geral’

O início de um fim de noite

July 19, 2009 Por: Fernando MS - Pulga Categoria: Geral

Vamos ver o que vai dar isso aqui.

Ultimamente não tenho sido um grande “baladeiro de plantão”. Hoje em dia estou mais acomodado, e até senti um certo preconceito, por parte dos outros desnoitados, no que diz respeito a experiências novas a serem contadas por aqui. Creio que eles tenham esquecido que eu sou o mais velhinho da turma que escreverá por aqui. Como diria meu irmão, “na praia onde eles molharam as fraldinhas eu já praticava caça submarina”.

Então, o que posso prometer por aqui é que as histórias da Éra Paleozóica das Baladas serão de reponsabilidade minha, e isso ninguém tasca.

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Escolhi, como primeiro post de minha autoria neste espaço, o tema “Como iniciar um fim de noite”.

Como todos sabem, toda noite de balada chega ao fim. Algumas pessoas não se tocam disso e juntam a noitada com um agito durante o dia e mais uma noite de balada. Porém, mesmo assim, em um certo momento “X” ela chega ao fim.

O que a maioria dos baladeiros não sabe é que a noitada tem que ter um início digno, algo que sirva para dar um start na cachola e fazer você já sair de casa dando mais pinote do que cavalo chucro em rodeio.

Alguns preferem usar uma coisinha mais forte (se é que você me entende), o que não é o nosso caso. Eu prefiro tomar em casa uma coisinha mais leve e escancarar no local da festa. No inverno, nada mais justo e prazeroso do que uma batidinha de maracujá, só pra regular a lenta do motor. Separei algumas receitas. Teste-as sem moderação, afinal, quem sou eu pra dizer pra você que não é para beber muito álcool? (eu hein). Deixo isso a cargo do Ministério da Saúde.

batida de maracujá

Vamos as Receitas de Batida de Maracujá:

Receita 1) - By TudoGostoso

- 1 lata de leite condensado
- 1 ½ medida da lata de vodka
- 250ml de suco de maracujá concentrado
- 1 lata de refrigerante sabor laranja
- Pedras de gelo
Obs.: Bata todos os ingredientes no liquidificador e sirva gelado.

Receita 2) - By CulináriaMasculina

- 1 lata de leite condensado;
- 1 lata de creme de leite;
- 1 ½ medida da lata de vodka ou cachaça;
- 250ml de suco de maracujá concentrado;
- 1 lata de soda limonada;
- cubos de gelo.
Obs.: Bata todos os ingredientes no liquidificador e sirva gelado.

Receita 3) - by Ricardo Cobra – HomemNaCozinha

- 2 doses de pinga,
- 1 copo de suco de maracujá,
- 1 colher (sopa) de xarope de groselha,
- gelo.

Obs.: Coloque os ingredientes na coqueteleira com 3 pedras de gelo. Bata bem, coe e sirva em seguida.

Receita 4) - Para os chatos de plantão que não gostam de Batida de Maracujá

Se você não gosta de Maracujá, pois te deixa com a pressão baixa, saiba que você tem grande chance de ser uma bichinha enrustida. Mas, mesmo assim, te aconselho a visitar um site que contém um monte de receitas de batidas diferentes (inclusive as de maracujá), chamado CockTails. Vai lá, escolhe uma e te alcoliza.

Caso você ache que batida é só para mulheres, pega um copo, encha de uísque e te afoga.

Beijoca raça! Bom fim de semana pra todos! Boa festa! e, Cuidado no volante!

Balada, Ah Balada.

July 17, 2009 Por: Tiago Categoria: Geral

Para iniciar esse meigo, querido e alcoólico blog, descreverei a receita básica de uma balada.

Nada como chegar sexta-feira e você escrever um documento ou fazer um cálculo pensando na quantidade de vodka que será necessária pra você e mais alguns amigos perderem o equilíbrio.

É por isso que cá estou escrevendo neste fim de tarde como foi meu fim de noite.

Amanheceu! Sexta-Feira, o melhor dia da semana. É aquele dia que se sua mãe ligar para você às 23:00 hs dizendo que seu irmão está com Gripe Suína, você calmamente toma mais um gole de Vodka e diz: “Mãe! Agora não posso!”

Por mais que você passe toda a semana pensando – “Não! Pode me ligar para ir à Ibiza este final de Semana que eu não vou. Preciso dar uma sossegada.” – é só dar seis horas e um amigo seu falar, “E aí! Qual vai ser a de hoje?”, que você em questão de um “Pentelhésimo” de segundos muda seu pensamento.

Pode ser na Sexta, Quinta, Quarta, ou qualquer outro dia da semana. É só passar das sete horas que meu celular toca com a mesma frequência de um ramal da Brasil Telecom, tocando de dois em dois minutos, sempre com as mesmas perguntas: “E aí! Qual é a de hoje?”, “E aí! Vamos tomar umas?”, “E aí! Onde vai ser o porrete?”. Não me deixam alternativas, a não ser, me arrumar e tomar um rumo.

Sexta-Feira

Trim, toca, mais uma vez meu celular. Atendo e é evidente, não é um convite pra ir à missa. O que mais me encanta, é a objetividade das pessoas com quem saio, que decidem rapidamente em 3 horas, após
passar em 8 baladas diferentes onde vamos ficar, que quase sempre é a pior escolha.

Entro, pago ou não o ingresso, passo pela revista e recebo aquele toque carinhoso na região do oriente médio pelo segurança, que dependendo da intensidade, chega a me dar vertigem.

Dois passos para dentro da balada e avisto tudo que eu preciso: o Bar, o Banheiro e a Pista.

balada

Toda balada segue uma ordem muito básica:
1º – Ir ao Caixa;
2º – Comprar 18 fichas de Vodka, 16 de Refri, 10 Cervejas, Chicletes e 1 Água para o final, afinal, todos acham que vão melhorar;
3º – Ir a pista e analisar, as rodinhas, as gatinhas, as gordinhas e as magrinhas;
4º – Esperar o teor alcoólico atingir o nível “te considero pra caralho”;
5º – Botar a faca na boca, inspirar-se no Bradock, e ir para a batalha.

Após algumas horas, muitas voltas, muitos goles e muitos foras, o que resta é ir embora. Hora de pagar a conta, cantar a atendente, brincar com o segurança e ficar apavorado no estacionamento achando que roubaram seu carro, que na verdade está na direção contrária ao rumo que você tomou.

Seis voltas, vinte e seis ligações, e algumas cambaleadas depois, você acha seu carro, porém, não sabe onde está o ticket do estacionamento.

Das três uma: você mostra o documento e vai embora, ou inspira-se no McGyver e passa direto pela entrada, ou espera todos sairem, para aí sim, às 8:00 horas da manhã, você ir embora.

Finalmente, chegando em casa salvo e nada são, você estaciona o carro num ângulo de 78 graus com a parede da garagem, esquece o vidro aberto e vai deitar na sua cama que parece ser de motel, girando constantemente.

E o sábado?

Volte ao início, releia todo o texto substituindo as palavras “Sexta” por “Sábado”.

Não sou a Ana Maria Braga, mas essa receita eu sei bem! :)