Dia internacional da cara de pão de queijo, ressaca e olheiras.
Tudo graças ao horário balanceado de sono do final de semana, de duas ou três
horas de sono por noite.
Sexta-Feira para Sábado:
Toca o celular, um convite, que é claro, não é para ir em uma ONG de crianças carentes ou para ser Paraninfo de uma formatura de Engenharia Mecânica da USP. Fechado, balada combinada. Logo que chego em casa, deparo-me com o Pajé, ou, meu pai.
Sabe quando você chega em casa e tem certeza que se você citar que vai sair ele vai arrancar seu saco fora e botar na sopa com macarrão cabelo de anjo a noite? Então, esse era o dia. O segredo pra resolver uma situação destas é básico:
1 - Leve um amigo seu para que ele fique sem jeito de te dar um Ultra-Mega-Motherfucker Esporro na frente dele.
2 - Diga que você sairá com uma menina para jantar, e não para a balada.
Pronto, de casa você já conseguiu sair, só precisa dar um jeito de voltar sem que ele perceba sua cara de quase-coma, seus olhos de zumbi e seu bafo de guarda-chuva fechado atrás do banco do carro a seis semanas. Quando chego em casa, conto com três hipoteses:
1 - Chegar e a mãe abrir. (Esporro level 1)
2 - Entrar pela janela e ninguém me ver. (Esporro level 0)
3 - Entrar, pisar na cola do cachorro, acordar a casa toda e o pai abrir (Esporro level Capitão Nascimento)
Bom, já contei o Início e o Final da Balada, Vamos ao meio.

Programei um esquenta, para chegar na balada com a mesma confiança que Don Juan para pegar mulher, dançante igual a Carlinhos de Jesus, e mais faceiro que Ganso em Beira de Açude. Mas, como todas as coisas que eu programo, sempre acabam com um atraso de 10, 20, ou 25 horas, restou pra mim, uns 10 minutos de esquenta, o suficiente pra tomar umas 3 ou 12 latas de cerveja. E como sempre, tive que ir em três ou quatro baladas para decidir em qual iria ficar, ou seja, na pior delas.
Chegando na balada, me deparo com aquela Calorosa, Grande e Comprida Fila. Quando eu penso que a fila gigante é para os fudidos iguais a nós que iríamos comprar ingresso, tenho uma surpresa: a fila era pra entrada VIP… (hahahaha) Mas que porra de VIP é esse? Ok, eu sou VIP também, Vou I Pago, porém, entro em 2 minutos.
O som era Sertanejo, aquele som bom de dançar, que só meninas e caipiras gostam, porém, não foi como eu imaginava. A balada se resumia em Mulher Feia e Malaco. Dentre as meninas, a mais Bonita era mais Feia que encoxar a vó no tanque. Dentre os malacos, o mais Bonzinho batia na mãe em noite de natal.
É cambada, vamos beber porque mulher que é bom não vai render.
Enquanto os malacos fumam Derby, Blitz e agem daquele jeito “Já que sou feio vou ser mau”, eu analiso pra ver se consigo despertar meus ensinamentos de vira-lata, tentando achar comida no lixo. Reviro daqui, caminho pra lá, espio de longe, e finalmente quando eu acho uma menina bonitinha pra conversar, acontece o 23º mandamento da balada frustrada: “Toda menina gatinha sempre tem uma amiga feia querendo ir embora.”
“Vamo fulana! Anda! Tô cansada! Tu falou que não ía ficar com ninguém.”
E o pior, ainda chamam o cara de bêbado. Dá vontade de falar: “Pelo menos amanhã eu estarei legal, e tu que é feia?”
É, chegou a hora de ir para casa e rezar para que a mãe abra a porta. E amanhã, contarei a balada de Sábado, que felizmente, foi melhor.
Ah! E para os Leitores de Plantão: Estaremos abrindo uma sessão no blog para que todos possam enviar suas histórias, fotos bizarras das baladas e outras coisitas! =)
Grande Abraço e Até amanhã.
Segunda-Feira
Dia internacional da cara de pão de queijo, ressaca e olheiras.
Tudo graças ao horário balanceado de sono do final de semana, de duas ou três
horas de sono por noite.
Sexta-Feira para Sábado:
Toca o celular, um convite, que é claro, não é para ir em uma ONG de crianças carentes
ou para ser Paraninfo de uma formatura de Engenharia Mecânica da USP.
Fechado, balada combinada. Logo que chego em casa, deparo-me com o Pajé, ou, meu pai.
Sabe quando você chega em casa e tem certeza que se você citar que vai sair ele vai
arrancar seu saco fora e botar na sopa com macarrão cabelo de anjo a noite? Então, esse era o dia.
O segredo pra resolver uma situação destas é básico:
1 – Leve um amigo seu para que ele fique sem jeito de te dar um Ultra-Mega-Motherfucker Esporro na frente dele.
2 – Diga que você sairá com uma menina para jantar, e não para a balada.
Pronto, de casa você já conseguiu sair, só precisa dar um jeito de voltar sem que ele
perceba sua cara de quase-coma, seus olhos de zumbi e seu bafo de guarda-chuva fechado
atrás do banco do carro a seis semanas.
Quando chego em casa, conto com três hipoteses:
1 – Chegar e a mãe abrir. (Esporro level 1)
2 – Entrar pela janela e ninguém me ver. (Esporro level 0)
3 – Entrar, pisar na cola do cachorro, acordar a casa toda e o pai abrir (Esporro level Capitão Nascimento)
Bom, já contei o Início e o Final da Balada, Vamos ao meio.
Programei um esquenta, para chegar na balada com a mesma confiança que Don Juan para pegar
mulher, dançante igual a Carlinhos de Jesus, e mais faceiro que Ganso em Beira de Açude.
Mas, como todas as coisas que eu programo, sempre acabam com um atraso de 10, 20, ou 25 horas.
Restou pra mim, uns 10 minutos de esquenta, o suficiente pra tomar umas 3 ou 12 latas de cerveja.
E como sempre, tive que ir em três ou quatro baladas para decidir em qual ia ficar, ou seja, na pior.
Chegando na balada, me deparo com aquela Calorosa, Grande e Comprida Fila. Quando eu penso que
a fila gigante é para os fudidos iguais a nós que iriamos comprar ingresso, tenho uma surpresa,
a fila era pra entrada VIP. hahahaha Mas que porra de VIP é esse?
Ok, eu sou VIP também, Vou I Pago, porém, entro em 2 minutos.
O som era Sertanejo, aquele som bom de dançar, que só meninas e caipiras gostam, porém, não foi como eu imaginava.
A balada se resumia em Mulher Feia e Malaco.
Dentre as meninas, a mais Bonita era mais Feia que encoxar a vó no tanque.
Dentre os malacos, o mais Bonzinho batia na mãe em noite de natal.
É cambada, vamos beber porque mulher que é bom não vai render.
Enquanto os malacos fumam Derby, Blitz e agem daquele jeito “Já que sou feio vou ser mau.”, eu
analiso pra ver se consigo despertar meus ensinamentos de vira-lata, tentando achar comida no lixo.
Reviro daqui, caminho pra lá, espio de longe, e finalmente quando eu acho uma menina
bonitinha pra conversar, acontece o 23º mandamento da balada frustrada:
“Toda menina gatinha sempre tem uma amiga feia querendo ir embora.”
“Vamo fulana! Anda! To cansada! Tu falou que não ia ficar com ninguém.”
E o pior, ainda chamam o cara de bebado. Da vontade de falar: “Pelo menos amanhã eu to legal, e tu que é feia?”
É, chegou a hora de ir para casa e rezar para que a mãe abra a porta.
E amanhã, contarei a balada de Sábado, que felizmente, foi melhor.
Ah! E para os Leitores de Plantão:
Estaremos abrindo uma sessão no blog para que todos possam enviar suas histórias
, fotos bizarras das baladas e outras coisitas! =)
Grande Abraço e Até amanha.